
MORRER-ME, SINTO!
Delasnieve Daspet
Nada existe.
Nem em meus sonhos.
O vazio domina.
Tenho de pegar meus olhos
E aprender a ver a luz
Na noite escura...
Agora, no quase oculto
Em que vivo,
Tateando nas palavras,
Morrer-me, sinto!
O que acontecerá?
Na tristeza em desfazer-me a alma
Enxugarei o pranto que me inunda.
Não soubestes compreender
Toda a ternura que tivestes.
Mas, a duras penas aprendi
Que a vida muda de repente!
Vou percorrendo meu caminho.
Deixo pistas para que me aches.
E como uma aranha vou tecendo a teia
Para prender-te,
Deixar-te sem rumo.
O ódio atroz pode mudar?
Seguirás meus passos?
Quem saberá?!
Mas...
Lentamente, me situo!
Sou eu quem anseia pelo teu toque,
Sou eu quem sonha com teus beijos,
Sou eu - fera indomável,
Sou eu - rio solitário, fluindo para
A imensidão infinita do mar
De minhas quimeras,
Sou eu - quem ainda te ama...
Delasnieve Daspet
Nada existe.
Nem em meus sonhos.
O vazio domina.
Tenho de pegar meus olhos
E aprender a ver a luz
Na noite escura...
Agora, no quase oculto
Em que vivo,
Tateando nas palavras,
Morrer-me, sinto!
O que acontecerá?
Na tristeza em desfazer-me a alma
Enxugarei o pranto que me inunda.
Não soubestes compreender
Toda a ternura que tivestes.
Mas, a duras penas aprendi
Que a vida muda de repente!
Vou percorrendo meu caminho.
Deixo pistas para que me aches.
E como uma aranha vou tecendo a teia
Para prender-te,
Deixar-te sem rumo.
O ódio atroz pode mudar?
Seguirás meus passos?
Quem saberá?!
Mas...
Lentamente, me situo!
Sou eu quem anseia pelo teu toque,
Sou eu quem sonha com teus beijos,
Sou eu - fera indomável,
Sou eu - rio solitário, fluindo para
A imensidão infinita do mar
De minhas quimeras,
Sou eu - quem ainda te ama...
DD_11-01-2002 - Campo Grande MS
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